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Campanha de Incentivo Mobility Turismo S.A.
De 09/04/2018 a 22/07/2018
16/04/2018
#2 Carro autônomo: mais paisagem, menos stress
Viajar de carro envolve uma série de prazeres, que vão além da possibilidade de conhecer lugares novos e interessantes. Quem prefere alugar um carro a embarcar num ônibus, trem ou avião leva em conta sobretudo a liberdade de construir o próprio roteiro, sem se ater a caminhos e horários preestabelecidos. O prazer de dirigir também é importante – principalmente quando se trata de um modelo de automóvel diferente do que se tem em casa. Afinal, você não precisa vender um apartamento para comprar uma Ferrari – pode simplesmente alugar uma por alguns dias, na sua próxima viagem.

Num futuro próximo, você também poderá alugar um carro autônomo antes de decidir comprar um. Eles estão sendo desenvolvidos em várias frentes de pesquisa há mais de uma década e até circulando, com licenças especiais, em algumas cidades e rodovias dos Estados Unidos e da Europa. Uma versão do Ford Fusion que não depende de motorista, por exemplo, está entregando pizzas na cidade de Ann Arbor, próxima a Detroit, numa parceria da Ford com a rede de pizzarias Domino's. A General Motors conseguiu autorização para testar um serviço de compartilhamento de carros autônomos em Nova York, usando o Bolt, com direção automática desenvolvida pela startup Cruise Automation. A experiência da GM não deve demorar para ser implantada, até porque a montadora reiterou a intenção de produzir os primeiros carros autônomos em série já no ano que vem. Você tem interesse de se inscrever na lista de espera? Ou prefere aguardar mais um pouco?

O desenvolvimento do carro autônomo pode demorar mais tempo para chegar ao esperado nível 5, em que o controle do veículo independe totalmente da ação humana (em breve falaremos sobre os níveis de automação estabelecidos pela indústria). Em março deste ano, o primeiro acidente fatal envolvendo um carro autônomo aconteceu com um veículo experimental da Uber de nível 3, que atropelou e matou uma ciclista na cidade de Tempe, no Arizona. A Uber suspendeu o projeto que vinha fazendo, o Arizona proibiu experiências desse tipo em seu território e a Toyota também cancelou os testes do seu carro autônomo em vias públicas americanas – embora eles continuem no Japão.

Em fevereiro de 2016, quando um carro autônomo do Google colidiu contra a lateral de um ônibus na cidade de Mountain View, na Califórnia, todas as empresas que participam da corrida tecnológica para esse veículo do futuro revisaram seus projetos, buscando deixá-los mais seguros. Vai continuar sendo assim. Diante de cada obstáculo, os pesquisadores tratarão de compreender o que aconteceu e de incorporar novos sensores e dispositivos para evitar que o erro se repita. Pode haver recuos aqui e ali, mas o desafio permanecerá, mesmo quando o primeiro carro autônomo ganhar as ruas e rodovias em total segurança. Aliás, essa é a grande promessa dos carros autônomos: derrubar os índices de acidentes automobilísticos, que em 90% das vezes são provocados por falha humana.

Prepare-se, portanto: o carro autônomo fará parte de nossas vidas num breve futuro, alterando definitivamente a nossa relação com o automóvel. Os que gostam de ter o controle do carro em suas mãos poderão optar pelos modelos convencionais por um bom tempo ainda, mas a tendência é pela automatização nos deslocamentos. Nesse caso, o prazer de dirigir será progressivamente substituído por outro: o de apreciar melhor a paisagem enquanto viaja de carro. O que você acha da ideia?

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