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Campanha de Incentivo Mobility Turismo S.A.
De 09/04/2018 a 22/07/2018
23/04/2018
#3 Já dirigiu um carro elétrico?
A indústria automotiva vive um período de intensa inovação, impulsionada por três grandes desafios: o aperfeiçoamento do carro elétrico, o desenvolvimento de um veículo autônomo seguro e a popularização dos serviços de compartilhamento de transporte. São três frentes de pesquisa tocadas em paralelo, mas que certamente estarão juntas na definição do automóvel que, a partir dos próximos cinco ou dez anos, substituirá progressivamente o veículo movido a combustível. Por volta de 2040, acreditam os
especialistas, o carro elétrico, de direção autônoma e disponível para o compartilhamento deverá ser o veículo predominante, no mundo todo.

Desses três objetivos, a eletrificação do carro é a tendência que avança mais rápido. O carro com propulsão elétrica ou híbrida (com um motor auxiliar a gasolina) ainda é bem mais caro do que o convencional, mas a diferença de preço cai ano a ano, à medida que as baterias vão ganhando mais autonomia e se tornando mais baratas. A oferta de modelos elétricos e híbridos cresce no mesmo ritmo acelerado.

Em 2011, o híbrido Toyota Prius quase não tinha concorrência e vendia alguns milhares de unidades no mundo inteiro. Em 2016, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), com sede em Paris, a frota de elétricos e híbridos em circulação já era de 2 milhões, incorporando dezenas de marcas americanas, europeias e chinesas. Em 2017, os elétricos e híbridos já somavam 3,3 milhões – e a previsão da IEA é que eles ultrapassem a marca de 5 milhões até o final deste ano. Por trás desse crescimento destaca-se a China, que aposta alto na eletrificação do automóvel para reduzir seus elevados níveis de poluição – o país responde por cerca de 40% das vendas de modelos com propulsão elétrica.

Na Noruega – por sinal, um grande produtor de petróleo –, já se vendem mais carros híbridos e elétricos do que os movidos a gasolina. A Volks e a BMW garantem que fabricarão versões elétricas de todos os seus modelos a partir de 2025. França e Reino Unido decretaram que os carros a explosão serão banidos de seus países em 2040. Segundo a IEA, os elétricos e híbridos também deixarão de ser mais caros a partir de 2025.

No Brasil, a pátria do etanol, o carro elétrico ainda é uma raridade, por falta de estrutura de recarga e de maiores estímulos fiscais. O programa automotivo Rota 2030, que deverá ser lançado pelo governo ainda este ano, em substituição ao Inovar Auto, promete corrigir essas deficiências – e é apostando nisso que a GM e a Nissan anunciaram o lançamento de seus modelos híbridos mais populares no Brasil, até 2019.

Enquanto isso, a oferta de modelos híbridos e elétricos é cada vez mais diversificada nos Estados Unidos e na Europa – e todos eles podem ser alugados por intermédio da Mobility. Se você nunca dirigiu um, faça essa experiência em sua próxima viagem. Terá em mãos um carro muito mais econômico e silencioso, além de não perder nada em potência para um modelo equivalente movido a petróleo. De quebra, terá a sensação de estar dirigindo num tempo que ainda não chegou para nós, brasileiros. Mas que irá chegar, porque é pra frente que se anda.

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