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Campanha de Incentivo Mobility Turismo S.A.
De 09/04/2018 a 22/07/2018
04/06/2018
#7 ​Os cinco níveis de automação dos carros
Muito se fala do futuro dos carros autônomos e da situação dos projetos em andamento, sobretudo nos Estados Unidos e Alemanha. O futuro do rent a car irá certamente envolver carros autônomos, uma grande promessa da indústria na busca por um trânsito mais seguro. No rent a car, carros autônomos também permitirão que pessoas incapacitadas de dirigir possam alugar um veículo – ou farão com que todos dentro de um carro curtam uma viagem sem necessidade de dirigir.

Aparentemente, ainda teremos alguns anos até chegar na automação total – o carro que anda sem ninguém dentro. Para saber onde estamos, é bom entender como são classificados os níveis de automação, estabelecidos em 2016 pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) dos Estados Unidos. Eles são chamados de cinco níveis, embora alguns prefiram nomear como seis, já que há um nível zero. Saiba quais são:

0 – Não-automação: O motorista faz tudo. É como saíam de fábrica praticamente todos os carros até cerca de dez anos atrás.

1 - Automação específica ou direção assistida: Algumas funções são automatizadas mas podem ser controladas, como ABS e controle de velocidade, já presentes em muitos modelos vendidos no Brasil.

2 - Automação combinada de funções ou direção autônoma ocasional: aqui, a automação acontece em pelo menos duas funções de controle primário que trabalham combinadas. Exemplos: a centralização de faixa, mantendo o veículo sempre na faixa de rolamento; o controle de cruzeiro adaptativo, mantendo uma distância mínima do carro à frente; o freio acionado automaticamente em caso de necessidade. É onde estamos hoje, do ponto de vista comercial. Alguns fabricantes que já usam esse nível de automação são Audi (com o Traffic Jam Assist), GM (sistema Super Cruise nos Cadillac), Mercedes-Benz (nos sistemas Driver Assistance), Tesla (o Autopilot do Tesla S) e Volvo (Pilot Assist).

3 - Direção autônoma limitada: O carro toma conta da maior parte do ato de dirigir, deixando que o motorista aja apenas em casos onde não pode navegar – o sistema do carro avisa quando precisa de ajuda. Ou seja, o carro pode seguir uma rota já delineada de forma autônoma, mas o motorista precisa estar alerta para assumir o comando quando necessário. Alguns modelos já desenvolvidos (mas ainda de comercialização muito limitada) vêm da Audi (Traffic Jam Pilot), da Tesla e dos protótipos testados pelo Google e Uber – um deles, inclusive, foi responsável por um acidente fatal com uma ciclista no Arizona e precisou voltar para o nível de pesquisa.

4 – Direção autônoma de alto nível: Aqui, o carro pode se conduzir sozinho, desde que alguém programe antes seu trajeto, de acordo com o tipo de rua, área geográfica, condições climáticas e de trânsito. Ou o humano pode controlar o carro até um certo ponto (onde o trânsito fica mais tranquilo, por exemplo) e a partir daí deixar que o carro siga sozinho. Testes de carros nesse nível de automação são feitos em ambientes fechados por empresas como o Google.

5 - Direção autônoma total: Tchau, ser humano. O carro pode ir sozinho em qualquer condição climática ou de trânsito, sem a interferência de alguém de carne e osso. A  participação humana se limitaria à escolha de um destino. Aparentemente, é também o Google que está mais avançado na pesquisa para um carro desse tipo.
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