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Campanha de Incentivo Mobility Turismo S.A.
De 09/04/2018 a 22/07/2018
06/06/2019
Mobilidade sobre duas rodas e a geração de novos negócios
Um dos meios de transportes alternativos que já fazem parte do cenário das grandes metrópoles, sem dúvidas, é a bicicleta. Dinamarca, Alemanha, Suécia, Noruega, Finlândia, Japão, Suíça e Bélgica estão entre os países com mais bikes por pessoas, no mundo. Em primeiro lugar aparece a Holanda, com nove bicicletas para cada 10 moradores, de um total de 17 milhões de habitantes.
Andar de bicicleta tem o papel muito além de um transporte e os motivos são vários. Mudança no estilo de vida, diminuição dos poluentes e economia de tempo e dinheiro. Estima-se que a frota mundial de bikes para uso público aumentou de 950 mil para 18,2 milhões, entre 2014 e 2018.

E claro que não podemos deixar de mencionar a geração de novos negócios, por meio da tecnologia. Hoje, a maioria das empresas (se não forem todas) alcança o seu público-alvo num click, nas palmas das mãos. E um bom exemplo de inovação é a Spinlister. Considerada a Airbnb para bikes, a plataforma permite que os moradores locais anunciem seus produtos, por algumas horas, um dia ou até por semanas. Aqui o usuário aluga direto com o dono, acessando o site da marca ou por meio de um aplicativo.
Ou seja, as bikes saíram do status de lazer e entretenimento e alcançaram o patamar de geração de novos negócios. E o sistema de compartilhamento de bicicletas vem ganhando cada vez mais espaço também no Brasil. Na capital paulista, por exemplo, esse modal faz parte do Plano Diretor Estratégico, parte integrante do sistema cicloviário da cidade. 

Pedalando pelas principais cidades brasileiras:

Em São Paulo as opções são diversas empresas de compartilhamento. Entre as mais conhecidas está a Yellow, popularmente, chamada de “amarelinhas”. Para usar o serviço é preciso baixar o aplicativo da empresa (disponível para Android e iOS), onde é feito o cadastro e também a localização da bike mais próxima, que são rastreadas por GPS e destravadas por QR Code. O pagamento é via cartão de crédito pelo App. Mobike, Serteel, Tembici, Trunfo, Bikxi, E-Moving, Scoo e Ride também atuam com este modelo de negócio.

Já o Rio de Janeiro está entre os melhores locais do mundo para andar de bicicleta, segundo o relatório da Copenhagenize. Pedalar sobre duas rodas na cidade maravilhosa é um convite para apreciar suas belas paisagens com a brisa do mar. Entre as opções estão o Bike Itaú – com planos de locação por diária, semanal, mensal ou anual; o UseBike – App brasileiro que traz diversas informações, inclusive sobre o caminho mais seguro para o usuário; e a Bikemap – que disponibiliza as rotas e todos os caminhos monitorados por GPS. Já a Yellow trabalha com programa sem estações fixas e tem mudado o modo de locomoção das pessoas. Com planos de expansão para Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, Montevidéu e Santiago, a companhia fez, no início do ano, uma fusão a mexicana Grin – maior empresa de patinetes elétricos da América Latina – e criou a Gow.


No Espírito Santo os serviços são ofertados pela Bike Vitória, Yellow Tembici; e em Belo Horizonte temos a Bike BH, a Grin e a Yellow.  

Mas as bikes não estão concentradas apenas na região Sudeste.  As demais capitais brasileiras contam com bons serviços de compartilhamento e, com sistemas semelhantes para cadastro e pagamento. 

No Norte o nome que predomina é a Manôbike (Amazonas, Manaus) e a Bike Belém (Pará). 

No Nordeste, a Tembici atua em Salvador e Pernambuco com o programa Bike PE. Além dela, os baianos contam com um serviço da prefeitura, o Salvador Vai de Bike. Mas uma curiosidade em Fortaleza, o Mini Bicicletar – voltado, exclusivamente, para a locação de bicicletas infantis, já os adultos contam com a Ceará Bicicletar. 

Para os gaúchos o compartilhamento pode ser feito com a Bike POA, a Loop Bike Sharing e a Grin. Em Curitiba e Florianópolis o destaque é a Yellow. 

E no Centro-Oeste, especificamente, em Brasília e Goiás temos a Yellow e a Gyn Bike.
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